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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Estudando o YouCat - O Ser Humano responde a Deus

Iniciaremos nosso estudo do YouCat - o Catecismo Jovem da Igreja Católica - a partir da questão 20; visto que os temas abordados nas questões anteriores já foram comentados aqui em nosso blog quando do estudo do Catecismo da Igreja Católica. 
Nossa análise será da seguinte forma: o texto em letra maior é original do YouCat, já as notas (em corpo menor) fazem referências à diversos documentos da Igreja que se referem ao tema abordado, seguindo a legenda abaixo. Isso auxiliará a quem quiser aprofundar os assuntos.
Em cochetes, tem-se as referências às partes do Catecismo da Igreja Católica.

LEGENDA:
CCIC = Compêndio do Catecismo da Igreja Católica
CDC = Código de Direito Canônico
CIC = Catecismo da Igreja Católica
YC = YouCat – Catecismo Jovem da Igreja Católica


TERCEIRO CAPÍTULO: O SER HUMANO RESPONDE A DEUS

20. Como podemos responder a Deus quando Ele nos aborda? (01)
 
Responder a Deus significa crer Nele [142-149]
 
Quem deseja crer precisa de um “coração que escuta” (1Rs 3,9). Deus procura o contato conosco de múltiplas formas. Em cada encontro humano, em cada experiência da natureza que nos toca, em cada aparente acaso, em cada desafio, em cada sofrimento... Deus deixa-nos uma mensagem escondida. Ele fala-nos ainda mais claramente quando Se dirige a nós pela Sua Palavra ou pela voz da consciência. Ele trata-nos como amigos. Por isso, também nós, como amigos, devemos corresponder-lhe, crendo e confiando totalmente Nele, aprendendo a conhecê-lo cada vez melhor e a aceitar sem reservas a Sua vontade.

21. Fé – o que é isso?(02) 
 
Fé é conhecimento e confiança. Tem sete características(03):
•    A fé é uma pura dádiva de Deus, que nós obtemos se intensamente a pedirmos(04).
•    A fé é a força sobrenatural de que necessariamente precisamos para alcançar a salvação(05).
•    A fé requer a vontade livre e a lucidez do ser humano quando ele se abandona ao convite divino(06).
•    A fé é absolutamente segura porque Jesus o garante.
•    A fé é incompleta enquanto não se tornar operante no amor.
•    A fé cresce na medida em que escutamos cada vez melhor a Palavra de Deus e permanecemos com Ele, na oração, em vivo intercâmbio(07).
•    A fé permite-nos já a experiência do alegre antegozo do Céu [153-165, 179-180, 183-184]
 
Muitos afirmam que “crer” é demasiado pouco; eles querem é “saber”. A palavra “crer” tem, no entanto, dois sentidos completamente distintos. Se um pára-quedista, no aeroporto, pergunta ao empregado: “o pára-quedas está corretamente acondicionado?” e este casualmente responder: “hum, creio que sim...”, isso então não lhe bastará; ele quer mesmo saber. Se, todavia, ele tiver pedido a uma amigo para acondicionar o pára-quedas, e este lhe responder à mesma pergunta: “sim, eu pessoalmente encarreguei-me de o fazer. Podes confiar em mim!”, o pára-quedista responder-lhe-á então: “está bem, acredito em  ti”. Esta fé é muito mais que “conhecimento”, ela significa “certeza”. E esta é a fé que fez Abraão mudar-se para a Terra Prometida, esta é a fé que fez os mártires perseverarem até à morte, esta é a fé que ainda hoje mantém de pé os cristãos perseguidos.
Uma fé que compreende todo o ser humano...


22. Como se crê?
 
Quem crê procura uma ligação pessoal com Deus e está pronto a crer em tudo o que Ele revelou acerca de Si mesmo [150-152]
 
Quando a fé nasce, ocorre com freqüência uma perturbação ou um desassossego. O ser humano apercebe-se de que o mundo visível e o decurso normal das coisas não correspondem a tudo o que existe. Sente-se tocado por um mistério. Persegue as pistas que o remetem para a existência de Deus e encontra-se cada vez mais confiante em abordar Deus e, por fim, ligar-se a Ele livremente. Diz-se no Evangelho segundo São João: “a Deus, nunca ninguém O viu. O Filho Unigênito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer” (Jo 1,18). Portanto, temos de crer em Jesus, o Filho de Deus, se queremos saber o que Deus nos quer comunicar. Assim, crer significa aderir a Jesus e entregar a nossa vida inteira nas Suas mãos.

23. Existe contradição entre fé e ciência natural? (08)
 
Não existem contradições insolúveis entre fé e ciência natural, porque não podem existir duas verdade duplas [159] (09)
 
Nenhuma verdade de fé faz concorrência com as verdades da ciência. Só existe uma Verdade, à qual dizem respeito tanto a fé como a razão científica. Deus quis tanto a razão, com que podemos descobrir as estruturas racionais do mundo, como a fé. Por isso, a fé cristã exige e apóia a ciência natural. A fé existe para conhecermos as coisas que, embora não possam ser abarcadas pela razão, existem todavia para além da razão e são reais. A fé lembra à ciência natural que esta não se deve colocar no lugar de Deus, mas servir a criação; a ciência natural tem de respeitar a dignidade humana, em vez de atentar contra ela.

24. O que tem a minha fé a ver com a Igreja?
 
Ninguém pode crer só para si mesmo, como também ninguém consegue viver só para si mesmo.
Recebemos a fé da Igreja e vivemo-la em comunhão com todas as pessoas com quem partilhamos a nossa fé [166-169, 181]

 
A fé é aquilo que uma pessoa tem de mais pessoal, mas não é um assunto privado(10). Quem deseja crer tem de poder dizer tanto “eu” como “nós”, pois uma fé que não possa ser partilhada e comunicada seria irracional. Cada crente dá o seu consentimento ao Credo da Igreja. Dela recebeu a fé. Foi ela que, ao longo dos séculos, lhe transmitiu a fé, a guardou de adulterações e a clarificou constante mente. Crê é, portanto, tomar parte numa convicção comum. A fé dos outros transporta-me, como também o fogo da minha fé incendeia os outros e os fortalece. O “eu” e o “nós” da fé remetem-nos para os dois símbolos da fé da Igreja, pronunciados na liturgia: o Símbolo dos Apóstolos, que começa com “eu creio”, e o grande Símbolo Niceno-Constantinopolitano, que, na sua forma original, começava com credimus (“nós cremos”).

SEGUNDA SEÇÃO: O CREDO CRISTÃO

25. Para que precisa a fé de definições e de símbolos? (11)
 
Na fé, o que está em jogo não são palavras vazias, mas a realidade. Na Igreja, cristalizaram-se ao longo do tempo símbolos de fé, com a ajuda dos quais contemplamos, expressamos, aprendemos, transmitimos, celebramos e vivemos essa realidade [170-174]
 
Sem formas densas dilui-se o conteúdo da fé. Por isso, a Igreja dá muito valor a determinadas proposições cuja expressão foi alcançada, na maioria das vezes, com muita dificuldade, para proteger a mensagem de Cristo de equívocos e adulterações. Os símbolos de fé são igualmente importantes na medida em que a fé da Igreja é traduzida para diferentes culturas, devendo manter-se na sua essência(12).

26. O que são símbolos da fé?
 
Símbolos da fé são definições abreviadas que possibilitam uma confissão comum a todos os crentes [185-188, 192-197]
 
Tais definições abreviadas encontram-se já nas cartas paulinas. O protocristão Símbolo dos Apóstolos possui uma especial dignidade por ser uma síntese da fé dos Apóstolos. O grande símbolo da fé tem um alto prestígio porque proveio dos grandes concílios da então ainda indivisa Igreja (Nicéia, 325; Constantinopla, 381) e permaneceu até hoje como base comum dos cristãos do Oriente e do Ocidente.

27. Como surgiram os símbolos da fé? (13)
 
Os símbolos da fé remontam a Jesus, que exortou os discípulos a batizar. Estes deveriam, então, confirmar se as pessoas confessavam uma determinada fé, nomeadamente no Pai, no Filho e no Espírito Santo [188-191]
 
A célula primitiva de todos os símbolos posteriores é a “confissão do Senhor Jesus” e o Seu encargo missionário, isto é, “ide, fazei discípulos de todas as nações; batizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!” (Mt 28,19). Todos os símbolos da fé da Igreja são desdobramentos da fé neste Deus trino. Cada um deles começa com a confissão do Pai Criador e sustento do mundo, referem-se depois ao Filho, através do qual o mundo e nós mesmo encontramos a redenção, e desemboca na confissão do Espírito Santo, que é presença de Deus na Igreja e no mundo.

Notas:
  1.   O CCIC, 25 responde a pergunta “Como responde o homem a Deus que se revela?” da seguinte forma: “Sustentado pela graça divina, o homem responde a Deus com a obediência da fé, que consiste em confiar-se completamente a Deus e acolher a sua Verdade, enquanto garantida por Ele que é a própria Verdade”. Já o CIC 150 diz que “Antes de mais, a fé é uma adesão pessoal do homem a Deus. Ao mesmo tempo, e inseparavelmente, é o assentimento livre a toda a verdade revelada por Deus. Enquanto adesão pessoal a Deus e assentimento à verdade por Ele revelada, a fé cristã difere da fé numa pessoa humana. É justo e bom confiar totalmente em Deus e crer absolutamente no que Ele diz. Seria vão e falso ter semelhante fé numa criatura (Jr 17,5s; Sl 40,5; 146,3s)”.
  2.   O CCIC, 27 responde a pergunta: “Que significa, de fato, para o homem crer em Deus?” da seguinte forma: “Significa aderir ao próprio Deus, entregando-se a Ele e dando assentimento a todas as verdades por Ele reveladas, porque Deus é a verdade. Significa crer num só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo”.
  3.   O CCIC, 28 assim resume as características da fé: “A Fé, dom gratuito de Deus e acessível a quantos a pedem humildemente, é uma virtude sobrenatural necessária para a salvação. O ato de fé é um ato humano, isto é, um ato da inteligência do homem que, sob decisão da vontade movida por Deus, dá livremente o seu assentimento à verdade divina. Além disso, a fé é certa porque fundada sobre a Palavra de Deus; é operante «por meio da caridade» (Gal 5,6); é em contínuo crescimento, graças, em especial, à escuta da Palavra de Deus e à oração. Ela faz-nos saborear, de antemão, a alegria celeste”.
  4.   O CIC 153 completa: “(...) A fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. «Para prestar esta adesão da fé, são necessários a prévia e concomitante ajuda da graça divina e os interiores auxílios do Espírito Santo, o qual move e converte o coração para Deus, abre os olhos do entendimento, e dá "a todos a suavidade em aceitar e crer a verdade” (Const. Dogmática Dei Verbum, 5).
  5.   O CIC 161 sobre o tema diz: “Para obter a salvação é necessário acreditar em Jesus Cristo e Naquele que O enviou para nos salvar (Mc 16,16; Jo 3,36; 6,40 e.o.). «Porque "sem a fé não é possível agradar a Deus" (Heb 11, 6) e chegar a partilhar a condição de filhos seus; ninguém jamais pode justificar-se sem ela e ninguém que não "persevere nela até ao fim" (Mt 10, 22; 24, 13) poderá alcançar a vida eterna»
  6.   O YC 354 pergunta-se: “podemos forçar alguém a crer em Deus?” Resposta: “Não. Ninguém deve forçar os outros, mesmo os próprios filhos, a ter fé, como ninguém deve ser forçados a não crer. O ser humano só pode optar pela fé em total liberdade. Não obstante, os cristãos são chamados, pela palavra e pelo exemplo, a ajudarem as outras pessoas a encontrar o caminho da fé” (para aprofundamento ver CIC 2104-2109, 2137). O YC continua: “o papa João Paulo II dizia: ‘o anúncio e o testemunho de Cristo, quando feitos no respeito pelas consciências, não violam a liberdade. A fé exige a livre adesão do ser humano, mas tem de ser proposta’ (Redemptoris missio, 8)”. O CIC 160 assim se expressa com relação à liberdade da fé: “Para ser humana, «a resposta da fé, dada pelo homem a Deus, deve ser voluntária. Por conseguinte, ninguém deve ser constrangido a abraçara fé contra vontade. Efetivamente, o ato de fé é voluntário por sua própria natureza» (Dignitatis Humanae, 10). «E certo que Deus chama o homem a servi-Lo em espírito e verdade; mas, se é verdade que este apelo obriga o homem em consciência, isso não quer dizer que o constranja [...]. Isto foi evidente, no mais alto grau, em Jesus Cristo» (Dignitatis Humanae, 11). De fato, Cristo convidou à fé e à conversão, mas de modo nenhum constrangeu alguém. «Deu testemunho da verdade, mas não a impôs pela força aos seus contraditores. O seu Reino [...] dilata-se graças ao amor, pelo qual, levantado na cruz, Cristo atrai a Si todos os homens (Dignitatis Humanae, 11)».O CDC 748,2 estabelece que “Não é lícito jamais a ninguém levar os homens a abraçarem a fé católica por coação, contra a própria consciência”.
  7.   O CIC 162 acrescenta sobre a temática: “A fé á um dom gratuito de Deus ao homem. Mas nós podemos perder este dom inestimável. Paulo adverte Timóteo a respeito dessa possibilidade: «Combate o bom combate, guardando a fé e a boa consciência; por se afastarem desse princípio é que muitos naufragaram na fé» (1 Tm 1, 18-19). Para viver, crescer e perseverar até ao fim na fé, temos de a alimentar com a Palavra de Deus; temos de pedir ao Senhor que no-la aumente (Mc 9,24; Lc 17,5; 22,32); ela deve «agir pela caridade» (Gl 5, 6; Tg 2,14-26), ser sustentada pela esperança (Rm 15,13) e permanecer enraizada na fé da Igreja”.
  8.   O CCIC, 29 coloca a mesma questão em prisma diferente: “Por que não há contradições entre a fé e a ciência?” Aqui, já na pergunta, nega-se a existência de contradições entre fé e razão. O CCIC responde: “Embora a fé supere a razão, não poderá nunca existir contradição entre a fé e a ciência porque ambas têm origem em Deus. É o mesmo Deus que dá ao homem seja a luz da razão seja a luz da fé”.
  9.   Diz o CIC 159, citando a Constituição Gaudium et Spes 36,2: “a busca metódica, em todos os domínios do saber, se for conduzida de modo verdadeiramente científico e segundo as normas da moral, jamais estará em oposição à fé: as realidades profanas e as da fé encontram a sua origem num só e mesmo Deus. Mais ainda: aquele que se esforça, com perseverança e humildade, por penetrar no segredo das coisas, é como que conduzido pela mão de Deus, que sustenta todos os seres e faz que eles sejam o que são, mesmo que não tenha consciência disso”.Uma questão interessante é colocada no YC 42: “pode alguém aceitar a Evolução e simultaneamente crer no Criador?”. Ao que se responde: “Sim, a fé está aberta aos conhecimentos e às hipóteses das ciências naturais” (para aprofundamento ver CIC 290-292). E continua: “a teologia não tem competência científico-natural, nem a ciência natural tem competência teológica. A ciência natural não pode excluir dogmaticamente que na Criação haja processos orientados para um fim; por seu turno, a fé não pode definir como eles se concretizam no curso do desenvolvimento da Natureza. Um cristão pode aceitar a Teoria da Evolução como um modelo explicativo eficaz, desde que não caia no erro do evolucionismo, que vê no ser humano um produto casual de processos biológicos. A Evolução pressupõe a existência de ‘algo’ que se desenvolva. Nada é dito sobre o ‘onde’ deste ‘algo’. De igual modo, a biologia não pode responder a perguntas acerca do ‘ser’, da ‘essência’, da ‘dignidade’, da ‘missão’, do ‘sentido’ e do ‘porquê’ do mundo e do ser humano. Tal como o evolucionismo, num extremo oposto, também o criacionismo, no outro é uma ultrapassagem de limites; os criacionistas tomam ingenuamente à letra os dados bíblicos (como a idade da Terra e os seis dias da criação)”.
  10.   O CCIC, na questão 30 (“Por que é que a fé é um ato pessoal e ao mesmo tempo eclesial?”) aprofunda o tema respondendo: “A fé é um ato pessoal, enquanto resposta livre do homem a Deus que se revela. Mas é ao mesmo tempo um ato eclesial, que se exprime na confissão: «Nós cremos». De fato, é a Igreja que crê: deste modo, ela, com a graça do Espírito Santo, precede, gera e nutre a fé do indivíduo. Por isso a Igreja é Mãe e Mestra”.
  11.   O CCIC, 31 responde a pergunta: “Por que é que as fórmulas da fé são importantes?” da seguinte forma: “As fórmulas da fé são importantes porque permitem exprimir, assimilar, celebrar e partilhar, juntamente com outros, as verdades da fé, utilizando uma linguagem comum”.O CIC 170 aprofunda a questão: “Não acreditamos em fórmulas, mas sim nas realidades que as fórmulas exprimem e que a fé nos permite «tocar». «O acto [de fé] do crente não se detém no enunciado, mas na realidade [enunciada]» (São Tomás de Aquino). No entanto, é através das fórmulas da fé que nos aproximamos dessas realidades. As fórmulas permitem-nos exprimir e transmitir a fé, celebrá-la em comunidade, assimilá-la e dela viver cada vez mais.”
  12.   O CCIC, 32 aprofunda o tema com a pergunta: “De que maneira a fé da Igreja é uma só?”. Ao que se responde: “A Igreja, embora formada por pessoas de diferentes línguas, culturas e ritos, professa, unânime e a uma só voz, a única fé, recebida dum só Senhor e transmitida pela única Tradição Apostólica. Professa um só Deus – Pai, Filho e Espírito Santo – e manifesta uma única via de salvação. Portanto, nós acreditamos, num só coração e numa só alma, tudo o que está contido na Palavra de Deus, transmitida ou escrita, e nos é proposto pela Igreja como divinamente revelado”.
  13.   O CCIC, 33 define a mesma pergunta do seguinte modo: “São fórmulas articuladas, também chamadas «profissões de fé» ou «Credo», mediante as quais a Igreja, desde as suas origens, exprimiu resumidamente e transmitiu a própria fé, numa linguagem normativa e comum a todos os fiéis”
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